Cá estamos nós outra
vez, como diz o Palma.
É assim que acontece, certo?
Acordamos um dia, mas as coisas correm bem, para variar.
Aparecem-nos os mesmos sorrisos de criança, mas desta feita, numa
versão qualquer de recompensa. Somos dignos de imaginar o infinito
muito mais perto do que alguma vez vimos ou sonhámos, abrem-se
portas como as antigas palavras secas e desinteressadas, (as da
praxe, paciência que já não precisamos fingir ter).
No meu dia mais feliz, eu
confesso, toquei o impensável, o corpo de fora, qualquer coisa de
dentro, sem palavra legítima. Chorei de alegria, para variar. Jurei
nunca mais ficar triste com a triste felicidade dos outros.
Desistir da justiça e pecar, se tal for preciso para ser feliz. Dar
tudo, mesmo que seja pouco. Mas hoje é um dia mais completo:
Cá estamos nós outra vez,
como diz o Palma.
É assim que acontece, certo?
Acordamos um dia, mas as coisas correm bem, para variar.
Aparecem-nos os mesmos sorrisos de criança, mas desta feita, numa
versão qualquer de recompensa. Somos dignos de imaginar o infinito
muito mais perto do que alguma vez vimos ou sonhámos, abrem-se
portas como as antigas palavras secas e desinteressadas, (as da
praxe, paciência que já não precisamos fingir ter).
No meu dia mais feliz, eu
confesso, toquei o impensável, o corpo de fora, qualquer coisa de
dentro, sem palavra legítima. Chorei de alegria, para variar. Jurei
nunca mais ficar triste com a triste felicidade dos outros.
Desistir da justiça e pecar, se tal for preciso para ser feliz. Dar
tudo, mesmo que seja pouco. Mas hoje é um dia mais completo: